Sono!!!
Hoje senti aquele ardor,
Que a muito não sentia.
Os olhos vidrados e o torpor,
Daquela adolescencia que sorria.
Ardi os sentidos mais profundos,
Vazei em muitas frases furtivas.
Fugi de meus proprios conceitos,
Sonhei todas as vontades altivas.
Mas esse sono que me consome,
Não deixa meus sentidos torridos.
Continuo buscando em um divagar insone,
Aquele desejo de saciar nossas libidos.
Sei que posso saciar-me em teus lábios,
Assim entregando-te minha pura herança.
Farei-te como chama flambada em raios,
De uma paixão tempestivamente mansa...
L’(Max) 13.10.2008 (a bordo do voo 3170)
“Lua cheia, Peito idem!”
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